Mostrando postagens com marcador Thiago Pontes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Thiago Pontes. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
quarta-feira, 19 de junho de 2013
A população não aguenta mais tanta roubalheira patrocinada principalmente pelo PT, mas cuidado com os baderneiros políticos infiltrados. "Diz Bolsonaro"
Deputado Estadual - Flávio Bolsonaro (PP/RJ)
Uma coisa é manifestar, protestar contra os absurdos desmandos e roubalheira que nos atigem todos os dias. Outra coisa é atirar coquetel molotov em policiais, pichar prédios tombados pelo patrimônio histórico-cultural, quebrar bancas de jornais, depredar agências bancárias, fechar o trânsito e atirar pedras contra veículos de cidadãos que, acreditando viver numa democracia, só querem passar pelo tumulto e irem para casa após um dia cansativo de trabalho.
É possível manifestação sem vandalismo? Acredito que sim e o ponto de inflexão não está na violência dos atos, que têm por objetivo forçar a mídia a publicar matérias, ainda que de forma negativa, mas que levem a conhecimento da população a pauta de reivindicações, seja ela qual for.
Parte dos veículos de comunicação deve refletir sobre até que ponto a censura por eles imposta, seja por interesse político, ideológico ou financeiro, já não ultrapassou todos os limites. A lei da mordaça sufoca quem ainda se indigna com alguma coisa nesse país e transforma a revolta em violência – pois na maioria das vezes o diálogo só é aberto com a autoridade pública quando o assunto ganha as páginas dos jornais, o rádio e a televisão.
Por outro lado, movimentos que se auto-intitulam sociais, mas de viés claramente partidário, manipulam parte da juventude como massa de manobra para tentar impor, segundo panfletos por eles distribuídos durante os protestos, um governo exercido pelo “Comitê Central do Bem Estar do Povo” e com a “educação baseada nos ensinamentos de Trótski, Stalin e Lenin desde as primeiras séries escolares”.
Buscam desgastar grupos políticos adversários, visando às próximas eleições, incentivam e patrocinam atos de vandalismo e baderna, que devem ser coibidos pela polícia, e como consequencia descredibilizam o debate sobre temas importantes, como transparência, combate à corrupção, planejamento familiar...
Tanto é verdade que seus porta-vozes não admitem negociar nada. Quem se mobiliza para não negociar, quer desordem ou acha que tem legitimidade para falar em nome do povo sem ter sido eleito para tal, isto é, não quer apenas ditadura, mas quer também ser o ditador.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Ato no Rio reúne 100 mil, começa a paz, mas grupo invade a Assembléia
Manifestantes tentam invadir a Alerj e polícia reage com bombas
Fim de manifestação contra aumento da passagem do ônibus tem confusão
A manifestação contra o aumento da passagem de ônibus, entre outras demandas sociais, acabou em corre-corre e confusão. Um grupo de manifestantes tentou entrar na Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) e a Polícia Militar reagiu com bombas de gás e efeito moral.
Um carro chegou a ser virado e incendiado. A confusão começou no momento em que um manifestante tentou abrir um carro da polícia. PMs do Serviço Reservado (P2) prenderam o rapaz.
Nicole Bahls vai parar o trânsito da Ponte Rio-Niterói

A modelo e agora apresentadora Nicole Bahls vai animar quem estiver no trânsito da ponte Rio-Niterói. É que o Motel Corinto, em Vila Isabel, do qual Nicole é garota propaganda, lança campanha a partir de amanhã nos painéis de publicidade da via. Será que o trânsito vai melhorar ou piorar?
Minha querida Escola de Samba - Unidos da Tijuca apresenta sinopse do enredo nesta segunda - Irá homenagear o Ídolo nacional AYRTON SENNA
A Unidos da Tijuca vai entregar aos compositores, nesta segunda-feira, a sinopse do tema de 2014. O título do enredo é "Acelera, Tijuca" e o desfile vai fazer uma grande homenagem a Ayrton Senna, mostrando o universo da velocidade e do automobilismo.
O desenvolvimento ficará a cargo de Paulo Barros. No ano que vem, o acidente que matou o piloto no GP de San Marino, na Itália, completará 20 anos. A divulgação da sinopse acontecerá às 20h, na quadra da Unidos da Tijuca.
O desenvolvimento ficará a cargo de Paulo Barros. No ano que vem, o acidente que matou o piloto no GP de San Marino, na Itália, completará 20 anos. A divulgação da sinopse acontecerá às 20h, na quadra da Unidos da Tijuca.
Cuidado com seu ídolo! Laranjinha espreme a namorada até virar suco
Ator Darlan Cunha é acusado de dar socão no olho de menor de idade durante briga no Dia dos Namorados e deixá-la trancada em casa
Famoso por interpretar o personagem Laranjinha na série Cidade dos Homens, o ator Darlan Cunha, de 23 anos, está sendo acusado de agredir a namorada, de 16, e trancá-la no apartamento onde mora, no Vidigal, Zona Sul do Rio, na madrugada de ontem. A polícia investiga o caso.
De acordo com o delegado titular da 15ª DP (Gávea), Orlando Zaccone, Darlan pode ser indiciado pelos crimes de lesão corporal dolosa, com base na Lei Maria da Penha, e cárcere privado, caso a agressão seja confirmada. Ele pretende ouvir o ator na próxima semana.
"Não podemos indiciar o acusado sem ouvi-lo. Amanhã (hoje) ele será intimado para depor. Os policiais encontraram a menina trancada e com o olho esquerdo bastante machucado. "Há um hematoma. É um fato. Queremos ouvir suas justificativas para o caso. Se é que há", afirmou o delegado, acrescentando que a jovem foi encaminhada para a perícia.
A adolescente, que fez o registro, teria contado na delegacia que eles brigaram porque ela viu uma mensagem de outra mulher no celular do ator. Durante o desentendimento, Darlan teria atingido a jovem com um soco. Por volta das 13h de ontem, o artista deixou a namorada sozinha e trancada. Num ato de desespero, ela ligou para a mãe, que denunciou o rapaz na delegacia. Agentes da unidade arrombaram a porta do apartamento e localizaram a vítima.
Darlan Cunha e a jovem estariam juntos há seis meses e esta seria a segunda agressão do ator durante o namoro.
domingo, 16 de junho de 2013
O filho "Neves" que faz Cabral ameaçar o PT
Marco Antônio segue os passos do pai no PMDB e pode disputar mandato de deputado já em 2014
LUCIANA NUNES LEAL / RIO - O Estado de S.Paulo
Aos 22 anos, o estudante de Direito Marco Antônio Neves Cabral vai todas as tardes ao Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, entre as aulas na PUC, que frequenta de manhã e à noite. Assiste a algumas reuniões, participa de solenidades. Não é contratado, nem em cargo comissionado. É uma espécie de estagiário informal, interessado em gestão pública. O acesso ao poder é garantido por um laço familiar: o rapaz é filho do governador Sérgio Cabral (PMDB) e segue os passos do pai na política.
Marco Antônio é presidente da Juventude do PMDB, mesmo cargo ocupado por Cabral em 1982. Também é vice-presidente do PMDB do Rio. O sangue da política não está apenas do lado paterno. A mãe, Suzana Neves, ex-mulher de Cabral, é prima do senador mineiro Aécio Neves, provável candidato do PSDB ao Planalto. Os avós de Suzana e Aécio eram irmãos: Francisco e Tancredo Neves. Por compromissos partidários, Marco Antônio não foi este ano ao tradicional encontro anual dos Neves, em São João del-Rey, mas tem contato com a família mineira.
Não foi à toa que Cabral lembrou, em recente jantar na casa do vice-presidente Michel Temer, o nome completo do filho. O governador indicava que não teria problemas em se aliar ao tucano, se a aliança entre PMDB e PT no Rio se desfizer. Cabral não aceita palanque duplo para Dilma no Rio e diz que, se o senador Lindbergh Farias (PT) insistir em ser candidato a governador, o PMDB-RJ estará fora da campanha à reeleição da presidente. Cabral quer lançar no Rio seu vice, Luiz Fernando Pezão.
Diplomático, Marco Antônio, que também esteve no jantar em Brasília, prefere falar em manter a aliança. "No Rio de Janeiro tenho certeza que o problema tem solução. Acredito no diálogo. Voto na presidenta Dilma, a Juventude (do PMDB) vota na presidenta. Estamos com ela em nível nacional, 100%."
O estilo é conciliador, mas também contundente ao lembrar que os petistas foram beneficiados pela aliança e, portanto, não teriam do que reclamar. "Se você pegar o PT de 2007 e o de 2013, é outro partido. Tinha no máximo cinco prefeituras, hoje tem 11, incluindo Niterói, onde o governador Sérgio Cabral e Pezão foram fundamentais. Duas secretarias do Estado são ocupadas por deputados estaduais do PT, que fazem um grande trabalho. O PT tem a vice-prefeitura da capital, a aliança foi boa para os dois partidos", diz.
O impasse adia decisões de pai e filho. Se dependesse do presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, Marco Antônio seria candidato a deputado federal em 2014. O plano esbarra na exigência legal de que Cabral deixe o cargo até abril para o filho disputar a eleição. O governador, no entanto, tem dito que só sairá no último dia do mandato.
Cabral estimula a vida partidária do filho, que, além de político, é vascaíno e mangueirense como o pai. Mas faz questão que Marco Antônio termine a faculdade, no fim de 2014.
LUCIANA NUNES LEAL / RIO - O Estado de S.Paulo
Aos 22 anos, o estudante de Direito Marco Antônio Neves Cabral vai todas as tardes ao Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, entre as aulas na PUC, que frequenta de manhã e à noite. Assiste a algumas reuniões, participa de solenidades. Não é contratado, nem em cargo comissionado. É uma espécie de estagiário informal, interessado em gestão pública. O acesso ao poder é garantido por um laço familiar: o rapaz é filho do governador Sérgio Cabral (PMDB) e segue os passos do pai na política.
Marco Antônio é presidente da Juventude do PMDB, mesmo cargo ocupado por Cabral em 1982. Também é vice-presidente do PMDB do Rio. O sangue da política não está apenas do lado paterno. A mãe, Suzana Neves, ex-mulher de Cabral, é prima do senador mineiro Aécio Neves, provável candidato do PSDB ao Planalto. Os avós de Suzana e Aécio eram irmãos: Francisco e Tancredo Neves. Por compromissos partidários, Marco Antônio não foi este ano ao tradicional encontro anual dos Neves, em São João del-Rey, mas tem contato com a família mineira.
Não foi à toa que Cabral lembrou, em recente jantar na casa do vice-presidente Michel Temer, o nome completo do filho. O governador indicava que não teria problemas em se aliar ao tucano, se a aliança entre PMDB e PT no Rio se desfizer. Cabral não aceita palanque duplo para Dilma no Rio e diz que, se o senador Lindbergh Farias (PT) insistir em ser candidato a governador, o PMDB-RJ estará fora da campanha à reeleição da presidente. Cabral quer lançar no Rio seu vice, Luiz Fernando Pezão.
Diplomático, Marco Antônio, que também esteve no jantar em Brasília, prefere falar em manter a aliança. "No Rio de Janeiro tenho certeza que o problema tem solução. Acredito no diálogo. Voto na presidenta Dilma, a Juventude (do PMDB) vota na presidenta. Estamos com ela em nível nacional, 100%."
O estilo é conciliador, mas também contundente ao lembrar que os petistas foram beneficiados pela aliança e, portanto, não teriam do que reclamar. "Se você pegar o PT de 2007 e o de 2013, é outro partido. Tinha no máximo cinco prefeituras, hoje tem 11, incluindo Niterói, onde o governador Sérgio Cabral e Pezão foram fundamentais. Duas secretarias do Estado são ocupadas por deputados estaduais do PT, que fazem um grande trabalho. O PT tem a vice-prefeitura da capital, a aliança foi boa para os dois partidos", diz.
O impasse adia decisões de pai e filho. Se dependesse do presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, Marco Antônio seria candidato a deputado federal em 2014. O plano esbarra na exigência legal de que Cabral deixe o cargo até abril para o filho disputar a eleição. O governador, no entanto, tem dito que só sairá no último dia do mandato.
Cabral estimula a vida partidária do filho, que, além de político, é vascaíno e mangueirense como o pai. Mas faz questão que Marco Antônio termine a faculdade, no fim de 2014.
sábado, 15 de junho de 2013
Secretaria Nacional da Juventude lança Programa em parceria com Estados e Municípios

O objetivo é promover a inclusão e emancipação dos jovens, com a ampliação do acesso às políticas públicas por meio destes equipamentos públicos.
A Estação Juventude oferecerá informações sobre programas e ações para os jovens, além de orientação, encaminhamento e apoio para que eles próprios tenham condição de construir as suas trajetórias e buscar as melhores formas para a sua formação. De acordo com a secretária nacional de Juventude, Severine Macedo, "esta é uma estratégia que visa garantir, na prática, a autonomia e emancipação dos jovens".
Nessa etapa, o programa será implementado em dois formatos. O primeiro são as 20 unidades complementares, instaladas em equipamentos públicos municipais já existentes, que irão viabilizar o atendimento qualificado para jovens nestes locais. Como ação do Plano Juventude Viva, a prioridade é instalar estas Estações Juventude em cidades com maior incidência de violência contra a juventude negra. O outro formato são as sete unidades itinerantes, ou seja, ônibus que irão percorrer localidades diferentes para ampliar, territorialmente, o acesso a informações sobre estas políticas públicas. Neste caso, além de estar voltado para a juventude negra, o foco serão também as áreas rurais com maior concentração de jovens.
Os espaços do programa Estação Juventude contarão com gestores capacitados para fornecer informações e desenvolver atividades que facilitem o acesso dos jovens a serviços e políticas públicas que atendam às suas necessidades. “Com esta iniciativa, vamos ampliar os benefícios que esses programas podem trazer aos jovens, fazendo diferença em suas vidas. É, especialmente, mais uma forma do Estado reconhecer os direitos deste segmento", ressalta a secretária.
Como participar - As unidades complementares do programa Estação Juventude serão implementadas por meio de convênios da Secretaria Nacional de Juventude com municípios no valor de até R$ 258 mil. As itinerantes serão feitas em parceria com estados, por meio de convênios de até R$ 633 mil. Os interessados devem enviar as suas propostas até o dia 9 de novembro, através do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (SICONV).
Para orientar os gestores estaduais e municipais interessados no programa Estação Juventude, a SNJ irá realizar uma oficina no dia 30 de outubro, das 9 às 18h, em Brasília. Esta atividade tem a função de orientar a elaboração dos planos de trabalho e inclusão das propostas no SICONV. A participação nesta oficina não é obrigatória e todas as despesas do deslocamento e alimentação dos gestores são de responsabilidade das prefeituras e governos estaduais. Além disso, as dúvidas sobre o programa podem ser tiradas pelos telefones (61) 3411-3912 e 3411-3554.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Prefeitura de Rio das Ostras incentivando o jovem a fiscalizar, reivindicar e se inserir no ambiente político participativo.
Introdução
O Programa Orçamento Participativo Jovem da Prefeitura Municipal de Rio das Ostras, conduzido pela Secretaria Municipal de Planejamento, tem como sua principal meta levar às crianças e juventude municipal, por intermédio das escolas do município, o trabalho do Orçamento Participativo até então restrito aos adultos.
Acreditamos que a educação é uma das áreas em que o impacto da gestão municipal é mais notado e se expressa, dentre outros, pelo aumento do número de matrículas ofertadas, pela melhoria da qualidade do ensino e do índice de aprovação, assim como, a necessidade da participação dos educadores nesse processo o que representa a totalização do papel da educação no incentivo à práticas coletivas e sociais.
Buscando experiências e metodologias que já deram certo, encontramos alguns trabalhos e estudos muito interessantes sobre participação popular.
“O problema do cuidado com a formação moral de nossas crianças e jovens parece bater em nossas portas provocando, a cada dia, mais barulho e temor. É necessário aprofundarmos urgente este tema, pesquisar causas e soluções em andamento.”
Rudá Ricci
Sociólogo, Doutor em Ciências Sociais, professor da PUC (MG) e Escola Superior Dom Helder Câmara.
Fazer a leitura deste relato só nos deu mais certeza do alcance do trabalho que podemos desenvolver com o Programa do Orçamento Participativo Jovem.
Esperamos sempre contar com a mobilização da sociedade civil e a adesão de inúmeras entidades governamentais e não-governamentais comprometidas com o bem-estar da juventude.
Objetivo
O objetivo deste projeto é oportunizar crianças e jovens a possibilidade de analisar as realidades locais e buscar interesses coletivos, inserindo-os num processo de gestão participativa e democrática.
Justificativa
Como parte da gestão pública e democrática – e o Programa Orçamento Participativo Jovem faz parte deste contexto - temos consciência que o programa pode contribuir de forma significativa com a administração municipal ao incluir a participação da escola neste processo. O Orçamento Participativo Jovem, foi uma demanda observada numa plenária do Orçamento Participativo Adulto realizada em Cantagalo, uma localidade rural de nosso município, no qual jovens manifestaram-se solicitando do poder público um espaço similar para defender suas necessidades; foi criado então em 2006 e batizado como Orçamento Participativo Mirim.
Nos trabalhos de 2007 entre as primeiras reivindicações para implantação do programa, foi a mudança do nome, que de Mirim passou a ser Jovem. Compreendemos que trabalhar democracia participativa é afirmar compromisso com a cidadania, além de ser, no caso do Orçamento Participativo Jovem, um “divisor de águas” na contribuição para formação e construção de caráter do jovem. Isto nos faz relembrar a seguinte frase de um educador brasileiro, Paulo Freire: “...ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua própria produção ou sua construção”.
Ao trabalhar com o Orçamento Público visamos proporcionar ao aluno / jovem começar a aprender fiscalizar a destinação e a utilização dos recursos do município observando a elaboração e realização do seu orçamento familiar como fonte de conhecimento. Dessa forma o jovem começará a ser inserido no contexto de participação social. Outro fator importante que nos leva a acreditar no sucesso do Orçamento Participativo Jovem é como o município de Rio das Ostras vem conseguindo a concientização da sua população com o trabalho de Orçamento Participativo, dirigido ao público adulto, que tem como objeto despertar atos de cidadania nesta camada da população. Em 2008 houve a conquista de um novo patamar de participação popular no município. Em decorrência do trabalho com Orçamento Participativo Jovem foi criado o Conselho de Planejamento e Orçamento Participativo Jovem, com vinte jovens oriundos das escolas de Rio das Ostras para compor sua Diretoria.
Além disso o programa aproximou o jovem do poder público ao chama-lo para apresentar suas principais demandas, fazendo com que o jovem aprenda a negociar, debater, fiscalizar, articular, ser formador de opinião e assim praticar cidadania e resolver os problemas municipais de forma democrática.
Em 2010, a 1ª Conferência Municipal de Planejamento e Orçamento Participativo Jovem elegeu um novo Conselho com 151 membros, de idades desde 05 anos até 22 anos e consequentemente, 2 Presidentes, um para o Conselhinho e outro para o Conselho, inserindo definitivamente os alunos da Educação Infantil no contexto do Programa.
Ressaltamos ainda a participação do Conselho Municipal de Planejamento e Orçamento Participativo Jovem no Programa Prefeito Amigo da Criança da Fundação Abrinq. O Programa Prefeito Amigo da Criança recomenda que a Comissão Municipal de Acompanhamento e Avaliação do Programa Prefeito Amigo da Criança (CMAA-PPAC) seja presidida pelo Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente; mas pensando na efetiva participação de crianças e adolescentes, o município de Rio das Ostras levou à Fundação Abrinq a possibilidade dessa Presidência ser entregue ao Presidente do Conselho Municipal de Planejamento e Orçamento Participativo Jovem, ao qual foi aceita.
Metodologia
O projeto propõe trabalhar de forma que os jovens possam expressar suas necessidades, contribuir com a construção de políticas públicas e formar valores para a democracia social. Para isso, o projeto foi implementado nas Escolas Municipais, Estaduais e Privadas de Rio das Ostras – Rio de Janeiro/Brasil, envolvendo primeiramente Alunos dos Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio e no Curso de Formação de Professores e em 2010 também alunos da Educação Infantil.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Em entrevista, Edmundo, ídolo vascaínos emocionado, diz ter vontade de ser presidente do Vasco.
Em um encontro de pura emoção com a torcida, o ex-jogador Edmundo visitou nesta sexta-feira a Redação de Vidro do Jornal EXTRA e veio às lágrimas ao falar sobre o Vasco, clube do coração. Idolatrado por torcedores que assistiram ao talk show, o eterno Animal respondeu às perguntas de quem estava na plateia. E ainda fez uma revelação:
- Gostaria de ser presidente do Vasco. Gostaria muito, mas tenho de me preparar para isso - afirmou, para em seguida fazer críticas ao atual mandatário do clube, Roberto Dinamite:
- Roberto é uma pessoa maravilhosa, mas não é administrador. E por causa disso está queimando sua imagem como ídolo. Em campo, ele sempre foi a maior referência para todos nós, vascaínos. Não basta querer ser presidente, é preciso se preparar para isso. Pelo que temos visto, ele não se preparou ou então não se cercou das pessoas certas. Não gostamos de ver o Vasco na situação que está.
Ovacionado pela torcida em vários momentos, como quando se emocionou ao lembrar da despedida oficial pelo clube, ano passado, Edmundo não apenas chorou, como também riu muito. O ex-atacante interagiu com os torcedores e reencontrou na plateia um amigo com quem passou a infância em São Gonçalo. Edmundo ainda arrancou gargalhadas ao fazer uma piada quando um homem, antes de lhe fazer uma pergunta, se apresentou como Paulo Pinto.
- Mas o Pinto ainda sobe a escada? - questionou, aos risos.
Edmundo também comentou a ida de Neymar para o Barcelona. Segundo ele, o atacante tem tudo para brilhar pelo clube catalão, mas não perdeu a oportunidade de dar seus pitacos a respeito do jogador e da seleção brasileira, como um todo.
- Acho que ele vai se dar bem, terá vários craques ao lado dele, receberá sempre a bola no pé. O que ele não pode perder é o estilo driblador. Tenho sentido falta disso na seleção, percebi contra a Inglaterra. Eu torço muito pelo Brasil e quero que a equipe vença a Copa das Confederações. Mas não pode se deixar enganar. Meu medo é vencermos e pensarmos que está tudo bem, mas na Copa do Mundo será diferente. Espero que até lá possamos melhorar e que o Felipão escale o Lucas. Até porque o Hulk é Hulk, mas nunca fica verde - alfinetou.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Retirada de Quiosques muda o cenário na Paria do Forte em Cabo Frio.
Fonte: O Cidadão
A Praia do Forte começa a ter um novo visual, com a retirada dos quiosques. O primeiro imóvel a ser retirado foi o Quiosque Chopão que estava na orla há mais de 20 anos. Desde as primeiras horas da manhã, operários, técnicos, máquinas e equipamentos da prefeitura ajudaram os donos de quiosques a retirar as instalações que estão sobre a faixa de areia. A retirada dos 22 quiosques atende determinação do Ministério Público Federal-MPF com orientação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)IPHAN.
Segundo o arquiteto, Luiz Augusto Vaz de Azevedo, secretário de Desenvolvimento da Cidade, a prefeitura cumpre determinação do MPF para a retirada de todos os quiosques da praia e segue orientação do IPHAN sobre a construção da nova Orla da Praia do Forte.
De acordo com o compromisso assumido pelos donos de quiosques, até o dia 10 de junho todos os excessos conhecidos como “puxadinhos” serão retirados ficando apenas a construção original dos quiosque. Até o final do mês a maioria devem ser retirados. Apenas alguns comerciantes revelaram que mesmo durante as obras vão continuar trabalhando para atender os clientes à beira-mar.
Marcadores:
Alair Corrêa,
ALERJ,
Alfredo Gonçalves,
Cabo frio,
Economia,
Juventude.,
Marcello Corrêa,
PMDB,
Política,
Prefeitura,
Projeto,
PSDB,
Rio de Janeiro,
Tecnologia,
Thiago Pontes
Teleférico do Complexo do Alemão alcança a marca de seis milhões de passageiros.
Jornal do Brasil
Faltando um mês para completar dois anos de funcionamento o Teleférico do Alemão, administrado pela SuperVia, bateu dois recordes de uma só vez: a marca dos seis milhões de passageiros transportados e o fato de ter alcançado este número três anos antes do previsto.
A expectativa era de que este recorde de passageiros transportados fosse batido em 2016, mas por ter se consolidado como primeiro sistema de transporte de massa por cabos do Brasil - ícone de mobilidade urbana do Complexo do Alemão – e ter caído no gosto dos turistas, o Teleférico do Alemão conseguiu antecipar as previsões iniciais.
Moradores devidamente cadastrados têm direito a duas passagens gratuitas por dia. Para visitantes que utilizam Bilhete Único, Vale-Transporte ou Cartão Expresso, a tarifa custa R$ 1 e apenas as pessoas que adquirem a passagem diretamente na bilheteria pagam R$ 5.
Os cerca de 12 mil passageiros que transitam pelas gôndolas diariamente podem aproveitar o fim de semana para conferir a programação do evento “Estações Culturais”, projeto realizado pela SuperVia, em parceria com ONGs e grupos culturais do Complexo do Alemão. Aos sábados, as estações se transformam em palcos para receber atividades culturais gratuitas, como shows, apresentação de dança e oficinas.
Delegado Prevê 30 anos de prisão jovem que ajudou a namorada adolescente a matar mãe sufocada.
Do R7

Segundo a polícia, namorado de menina de 17 anos ajudou a asfixiar a mãe dela (de vermelho) e a queimar o corpoCarlos Moraes / Agência O Dia
O delegado Antônio Ricardo, titular da Delegacia da Taquara (32ª DP), prevê que Daniel Duarte Peixoto, de 20 anos, deva pegar pena de 20 a 30 anos por homicídio triplamente qualificado, com ocultação de cadáver. Ele confessou que ajudou a namorada adolescente a matar a mãe dela sufocada com um saco plástico em Cachambi, na zona norte do Rio de Janeiro.
A menina de 17 anos deverá cumprir três anos de medidas sócio educativas, conforme informou o delegado. O crime foi cometido em 25 de maio e, desde então, o casal prestou quatro depoimentos, até confessar o assassinato.
Havia um seguro de vida de R$ 15 mil em nome da filha. Quando confessaram o homicídio, os dois disseram que a mulher não aprovava o relacionamento entre eles, que havia começado há quatro meses.
Farsa desmascarada
Os namorados procuraram a polícia pouco depois da morte de Adriana Moura de Rocha, de 43 anos, para prestar queixa do desaparecimento da mulher. A adolescente e o jovem tentaram apontar uma vizinha como principal suspeita pelo sumiço.
No entanto, os investigadores conseguiram desmentir os depoimentos quando analisaram câmeras de monitoramento de trânsito da prefeitura. O trajeto do carro dirigido por Daniel não era compatível com o que ele havia descrito.
O casal confessou como ocorreu o crime. A menina contou que, enquanto a mãe dormia, aplicou um mata-leão, golpe usado para estrangulamento. A vítima demorou a morrer e, então, o namorado da filha chegou no quarto para finalizar o crime com um saco plástico.
Eles colocaram o corpo no automóvel do rapaz, compraram álcool e levaram até um terreno em Duque de Caxias, onde colocaram fogo.
Frieza
A polícia confirmou a autoria do assassinato ao pedir a quebra do sigilo telefônico do casal. O corpo foi localizado já em avançado estágio de decomposição. O delegado Antônio Ricardo disse que ficou abismado ao ver a reação da menina diante da foto com os restos mortais da mãe.
— É estarrecedor. Ela é fria, calculista, e nem quando ela viu a foto do corpo da mãe em adiantado estado de decomposição esboçou reação.
Segundo a polícia, namorado de menina de 17 anos ajudou a asfixiar a mãe dela (de vermelho) e a queimar o corpoCarlos Moraes / Agência O Dia
O delegado Antônio Ricardo, titular da Delegacia da Taquara (32ª DP), prevê que Daniel Duarte Peixoto, de 20 anos, deva pegar pena de 20 a 30 anos por homicídio triplamente qualificado, com ocultação de cadáver. Ele confessou que ajudou a namorada adolescente a matar a mãe dela sufocada com um saco plástico em Cachambi, na zona norte do Rio de Janeiro.
A menina de 17 anos deverá cumprir três anos de medidas sócio educativas, conforme informou o delegado. O crime foi cometido em 25 de maio e, desde então, o casal prestou quatro depoimentos, até confessar o assassinato.
Havia um seguro de vida de R$ 15 mil em nome da filha. Quando confessaram o homicídio, os dois disseram que a mulher não aprovava o relacionamento entre eles, que havia começado há quatro meses.
Farsa desmascarada
Os namorados procuraram a polícia pouco depois da morte de Adriana Moura de Rocha, de 43 anos, para prestar queixa do desaparecimento da mulher. A adolescente e o jovem tentaram apontar uma vizinha como principal suspeita pelo sumiço.
No entanto, os investigadores conseguiram desmentir os depoimentos quando analisaram câmeras de monitoramento de trânsito da prefeitura. O trajeto do carro dirigido por Daniel não era compatível com o que ele havia descrito.
O casal confessou como ocorreu o crime. A menina contou que, enquanto a mãe dormia, aplicou um mata-leão, golpe usado para estrangulamento. A vítima demorou a morrer e, então, o namorado da filha chegou no quarto para finalizar o crime com um saco plástico.
Eles colocaram o corpo no automóvel do rapaz, compraram álcool e levaram até um terreno em Duque de Caxias, onde colocaram fogo.
Frieza
A polícia confirmou a autoria do assassinato ao pedir a quebra do sigilo telefônico do casal. O corpo foi localizado já em avançado estágio de decomposição. O delegado Antônio Ricardo disse que ficou abismado ao ver a reação da menina diante da foto com os restos mortais da mãe.
— É estarrecedor. Ela é fria, calculista, e nem quando ela viu a foto do corpo da mãe em adiantado estado de decomposição esboçou reação.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Rio é eleito por turistas, o melhor destino na América Latina.
Fonte: R7
O Rio de Janeiro foi eleito o melhor destino de viagens na América Latina, segundo votação de turistas no site internacional Trip Advisor, considerado como uma das principais referências do mundo no assunto. A premiação veio justamente na semana em que turistas passaram aperto para visitar o maior cartão-postal da cidade, o Cristo Redentor.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Minas Gerais é o estado com maior número de Crianças e Adolescentes no trabalho infantil doméstico.
Fonte: www.em.com.br
Adolescentes na ONG Circo de Todo Mundo, em Betim, na Grande BH
Minas Gerais é o estado com maior número absoluto de crianças entre 10 e 17 anos que enfrentam o trabalho infantil doméstico. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo 2010, mostram que 34.699 meninos e meninas são incorporados a outras famílias e submetidos a atividades como lavar, passar, varrer, cozinhar e cuidar de outras crianças. De acordo com a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais (SRTE-MG), os pequenos trabalhadores, geralmente, ganham um teto para morar ou uma recompensa menor que o salário mínimo, mas perdem a infância e a oportunidade de estudar regularmente.
Essa é a realidade de Maria (nome fictício), de 13 anos, que recebe R$ 80 por mês para trabalhar como babá. Além de cuidar de uma criança de 4 anos, ela faz serviços em casa e se divide entre as obrigações e a escola, onde cursa a 7ª série do ensino fundamental. Ela é uma das adolescentes atendidas pela Organização Não Governamental (ONG) Circo de Todo Mundo, em Betim, que resgata meninos e meninas em risco pessoal e social, por meio de atividades culturais, educativas, recreativas e circenses.
“Levo a menina para a creche todo dia às 6h30. Depois vou para a escola. Quando chego da aula faço metade do serviço de casa, lavo vasilha, arrumo, varro e passo pano. Depois vou para o circo, onde aprendo as acrobacias no tecido e trapézio. Pego a menina na creche e fico cuidando dela até as 17h30. Enquanto eu acabo o serviço de casa, ela fica vendo televisão”, conta a adolescente, que sonha em ser arquiteta.
Maria vive com a mãe e o pai e diz que os responsáveis não acham ruim o trabalho dela como babá. “Minha mãe só não gosta quando eu trago a menininha para minha casa e ela rabisca as paredes”, conta. Maria guarda o salário no banco e, às vezes, compra roupas e sapatos. “Para mim é normal olhar essa menina. Se eu tivesse uma irmã menor, eu também teria que cuidar”, revela.
"É uma questão cultural da época que não existia proteção para as crianças", Valdimar Nascimento Alves
O que é classificado como “normal” pela garota é considerado “realidade antiga” pela coordenadora da ONG, Valdimar Nascimento Alves. “É uma questão cultural da época que não existia proteção para as crianças. A gente percebe que essas meninas trabalhadoras chegam aqui no circo cansadas. Tem dia que não querem fazer nada”, relata. A intenção da ONG é retirar as jovens dos ambientes de trabalho e envolvê-las em atividades esportivas e circenses. A coordenadora conta que recentemente Maria teve um problema sério de coluna, resultado do trabalho pesado. “Ela disse que era um problema no colchão, mas sabemos que não é”, afirma.
Valdimar conta que as crianças resgatadas têm origem em famílias de baixa renda e alta vulnerabilidade social. O número de meninas no trabalho doméstico é nove vezes maior que o de meninos, mas eles também acabam envolvidos em serviços nos sítios e fazendas, principalmente no cuidado de animais que vivem nesses terrenos. “Aqui em Betim, os meninos ficam por conta dos cavalos e outros bichos. Eles dão comida e levam para banho”, relata.
Joana (nome fictício), de 15 anos, não trabalha fora de casa, mas cumpre um rotina disciplinada para cuidar da irmã mais nova, de apenas 2 anos. Ela acorda às 5h30 e adianta todo o serviço da casa, enquanto a mãe vai para o trabalho em uma padaria do bairro. Joana cozinha, leva o almoço para a mãe e, só depois de entregar a irmã para a avó, fica liberada para as atividades do circo. À noite vai para escola, mas o horário para os deveres de casa praticamente não existe. A adolescente conta com orgulho que é uma especialista em lira, acrobacia circense em que se equilibra pendurada em um bambolê.
“Eu trabalho para minha mãe, então não ganho dinheiro. Mas de vez em quando eu arrumo o cabelo das minhas amigas e elas me pagam. Eu faço penteados e ganho R$ 2 ou R$ 5”, conta Joana. Funcionários da ONG desconfiam que a adolescente foi vítima de violência sexual praticada pelo padrasto, que era traficante e morreu assassinado há cerca de um mês.
Para o juiz, a situação dessas garotas que cuidam de outras meninas é muito grave. Os pais que colocam crianças na responsabilidade de outros menores podem perder a guarda dos filhos. Mas, de acordo com Padula, aplicar sanções a essas famílias é muito complicado. “Essa situação é ocasionada, muitas vezes, por uma questão econômica, porque o pai e a mãe precisam trabalhar. Eles se veem coagidos, forçados a adotar a situação para sobrevivência. Não é o ideal ficar como está, mas temos que ter cuidado para culpabilizar”.
terça-feira, 4 de junho de 2013
UFRJ retira mobiliário do antigo Canecão, na Zona Sul do Rio.
Do R7

Após uma intensa disputa judicial, a UFRJ conseguiu reaver os direitos sobre o espaçoGoogle Street View
Após uma intensa disputa judicial, a UFRJ conseguiu reaver os direitos sobre o espaçoGoogle Street View
A UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) começou a retirar nesta terça-feira (4) o mobiliário que compunha a antiga casa de shows do Canecão, em Botafogo, na zona sul do Rio. O objetivo é transformar o local em um espaço para atividades acadêmicas, culturais, cientificas e musicais. A reabertura está programada para o início de 2014.
A princípio, a casa passará a se chamar Arena Minerva de Música e Arte. A Justiça determinou, em 2010, a reintegração de posse do Canecão à universidade, que pretende preservar o espaço como uma “referência cultural” da cidade.
Objetos como mesas e cadeiras foram retirados do local para facilitar a reforma. Parte dos móveis será destinada a instituições sem fins lucrativos. A reforma do telhado do imóvel já foi iniciada ao custo de R$ 400 mil. Um concurso cultural irá escolher o novo projeto arquitetônico da área.
Governador da Bahia avisa: Eduardo Campos, será candidato da oposição.
Em nova investida para tentar fazer o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), desistir de ser candidato a presidente da República em 2014, o comandante do Executivo baiano disse em entrevista ao site Bahia Notícias que se o socialista for mesmo candidato contra a presidente Dilma Rousseff estará na rua como opositor.
"Vamos aguardar a decisão do PSB. Se ele lançar a candidatura, vamos ver como é que ele vai se posicionar. Porque, também, não tem muito como a gente tergiversar. Quando você lança candidatura fora do governo, inevitavelmente você vai dizer 'sou candidato porque acho que esse governo não está em um caminho correto'. É difícil você fugir e não acabar se transformando em uma candidatura de oposição. Você não vai ficar falando bem do governo e dizendo 'mesmo assim, eu sou candidato'. Inevitavelmente você vai ter que falar que discorda disso e daquilo. E aí que eu acho que há dificuldade porque quem mais tem o patrimônio da oposição ao projeto do PT, no caso a ela [Dilma], é o PSDB.
Jaques Wagner lembra da "conversa de seis horas" que teve com Eduardo Campos e afirma que já deixou claro que o pernambucano teria prioridade no processo eleitoral de 2018, com apoio do PT.
"Eu disse a Eduardo que eu acho que o momento mais próprio para uma incursão dele seria 2018 e acho que o PT também tem que se abrir para discutir essas possibilidades, porque a gente não vai manter um grupo unido se a gente disser 'aqui só prospera se for do PT'. Eu acho que se tem que abrir, efetivamente, espaço, principalmente depois de 16 anos. Quando a gente chegar em 2018, são 16 anos de governo do PT. Eu aqui ganhei com 16 anos do DEM no governo. O PT perdeu a prefeitura de Porto Alegre depois de 16 anos no governo. Em Vitória da Conquista foi até uma exceção. Nós estamos caminhando agora para 20 anos. Mas, eu acho que essa possibilidade existe e que tem que ser aberta essa discussão. Eu gosto de dizer que a gente organiza o nosso time. As outras candidaturas quem organiza são os outros. Eu dei minha opinião, externei".
"Vamos aguardar a decisão do PSB. Se ele lançar a candidatura, vamos ver como é que ele vai se posicionar. Porque, também, não tem muito como a gente tergiversar. Quando você lança candidatura fora do governo, inevitavelmente você vai dizer 'sou candidato porque acho que esse governo não está em um caminho correto'. É difícil você fugir e não acabar se transformando em uma candidatura de oposição. Você não vai ficar falando bem do governo e dizendo 'mesmo assim, eu sou candidato'. Inevitavelmente você vai ter que falar que discorda disso e daquilo. E aí que eu acho que há dificuldade porque quem mais tem o patrimônio da oposição ao projeto do PT, no caso a ela [Dilma], é o PSDB.
Jaques Wagner lembra da "conversa de seis horas" que teve com Eduardo Campos e afirma que já deixou claro que o pernambucano teria prioridade no processo eleitoral de 2018, com apoio do PT.
"Eu disse a Eduardo que eu acho que o momento mais próprio para uma incursão dele seria 2018 e acho que o PT também tem que se abrir para discutir essas possibilidades, porque a gente não vai manter um grupo unido se a gente disser 'aqui só prospera se for do PT'. Eu acho que se tem que abrir, efetivamente, espaço, principalmente depois de 16 anos. Quando a gente chegar em 2018, são 16 anos de governo do PT. Eu aqui ganhei com 16 anos do DEM no governo. O PT perdeu a prefeitura de Porto Alegre depois de 16 anos no governo. Em Vitória da Conquista foi até uma exceção. Nós estamos caminhando agora para 20 anos. Mas, eu acho que essa possibilidade existe e que tem que ser aberta essa discussão. Eu gosto de dizer que a gente organiza o nosso time. As outras candidaturas quem organiza são os outros. Eu dei minha opinião, externei".
Fonte: Jornal Luzilândia - BA.
O Excelentíssimo Senhor Vice Presidente da República, Michel Temer, em entrevista ao Jornal O Globo, diz que Pezão será o candidato do partido ao governo.

O jornal O Globo do último sábado (01/06), trouxe uma entrevista com o vice-presidente da República e presidente do PMDB Michel Temer, em que ele fala sobre a antecipação da campanha eleitoral, sobre a relação entre o Governo Federal e o Congresso Nacional e sobre as disputas estaduais do ano que vem. "Eu não cogito a hipótese de palanque duplo no Rio", afirmou Temer.
O senhor acredita que houve antecipação da campanha eleitoral?
Fala-se da convenção como se ela fosse daqui a 15 dias. Lamentavelmente, antecipou-se muito a eleição presidencial, que causou a antecipação das eleições estaduais. Aí, as pessoas começam a pensar só nos acordos locais. O presidente Lula disse que ele só falou sobre isso porque havia muita gente dizendo que ele deveria voltar como candidato. Então, ele não quis deixar dúvida. Ele antecipou, mas foi para acabar com esse falatório. Causou mais falatório, em função da candidatura da presidente Dilma.
Como ficam os palanques para Dilma em 2014 nos estados em que o PT disputa contra o PMDB?
Como a presidente Dilma pode ir para um lugar, como o Rio Grande do Sul, onde poderá ter quatro candidatos da base? É possível que, de repente, a presidente não vá a nenhum palanque. Ela tem uma popularidade hoje que lhe permite esse luxo. Quem vai decidir isso é a campanha, a presidente e as condições de cada localidade.
Acredita que ela vai se dividir em dois palanques no Rio de Janeiro?
Eu, pelo menos, nem cogito essa hipótese. No Rio, eu cogito a hipótese do candidato (Luiz Fernando) Pezão (vice-governador), apesar do grande respeito que tenho pelo senador Lindbergh (Farias, do PT).
O senhor acredita que o governador do Rio, Sérgio Cabral, pode realmente vir a apoiar Aécio Neves (PSDB-MG), caso Lindbergh mantenha sua candidatura?
No jantar (do PMDB, terça-feira passada), Cabral me disse: “Michel, nós precisamos fazer um ajustamento para que nós possamos estar todos juntos. E esse ajustamento passa pela possibilidade de os partidos aliados lá (no Rio) ajudarem a eleição do Pezão”. Mas ainda falta tanto tempo, não sabemos o que vai acontecer. Ainda é cedíssimo para dizer que essas disputas regionais podem repercutir negativamente na aliança nacional.
Há possibilidade de intervenção da Executiva do PMDB nos estados na construção das candidaturas para 2014?
Estou muito preocupado em dizer uma palavra sobre o PMDB: quem quiser ser candidato será. Não há esse impedimento. O que vamos fazer é conversar com os partidos para ver possibilidades de composição. Agora, não se pode, neste momento, antecipar que, na convenção, dentro de um ano e dois meses, não haverá votos para uma candidatura.
A conversa da presidente Dilma com Renan Calheiros e Henrique Alves, na semana que vem, é para acertar os ponteiros nessa crise entre governo e Congresso?
Os presidentes da Câmara e do Senado estiveram aqui comigo, conversamos, e marquei conversa nossa com a presidente Dilma para trocar ideias na semana que vem. Acho útil esse diálogo entre o Legislativo e o Executivo. É claro que há queixas, mas elas são contornáveis por diálogos que temos, e que certamente a presidente também terá. É uma troca de ideias fundamental, que deve ser repetida a cada 15 dias entre os chefes do Legislativo e a presidente da República. Afinal, são todos chefes de poderes.
O problema está na articulação política, como se queixam os líderes aliados?
Ouço muitas queixas, mas a tarefa delas (ministras responsáveis pela articulação) não é fácil. A da ministra Ideli Salvatti, por exemplo, é dificílima, como foi a de todos os articuladores da Secretaria de Relações Institucionais no passado. É complicadíssimo, quase um atendimento individual. A da ministra Gleisi Hoffmann é uma posição sobrecarregada porque todas as questões passam pela Casa Civil. O que é preciso, muitas vezes, é o diálogo. Porque o diálogo constrói e o silêncio destrói.
Como o senhor avalia o telefonema tenso que a ministra Gleisi fez a Renan Calheiros durante a votação da MP da energia elétrica?
Tem que tomar muito cuidado para não deixar que as emoções do momento cheguem às palavras. As palavras não podem retratar as emoções do momento. Em política, você tem que ter muita calma para poder resolver todas as pendências. A excitação de certos momentos leva a certas afirmações e frases que muitas vezes não são digeridas pelo interlocutor, mas eu acho que isso se acerta. Uma semana acerta tudo. Às vezes, em política, de um dia para o outro as coisas se acertam.
O Planalto tem dificuldades para detectar seus problemas de articulação, já que sempre acaba aprovando as medidas?
Vou tomar uma frase sua: o governo aprovou tudo que queria. Isso significa que a articulação política foi boa; senão, seria difícil aprovar. O que é preciso muitas vezes é um certo ajustamento em face da passagem do tempo. Como o tempo vai passando, você precisa fazer uma “reconversa” para ajustar posições, e essas conversas estão começando a se dar e chegarão a um bom termo proximamente.
O governo saiu derrotado da guerra no Congresso por causa das MPs nas últimas semanas?
Pode-se considerar isso (que foi uma derrota política para o governo), mas eu prefiro dizer que a solução para o problema foi uma vitória para o PMDB. Renan agiu corretamente em não votar (a MP da energia), ele não tinha outra solução. Mas a solução vitoriosa foi do PMDB, de incluir na MP 609 os trechos da MP que caducou.
Como o senhor vê as acusações de que representa mais o governo no PMDB do que o contrário?
Muito recentemente, a acusação do governo era que eu era muito PMDB e pouco governo. De dois meses para cá, começou uma onda de que sou mais governo que PMDB. Mas vou lhe dizer: eu sou PMDB no governo. Tenho meu método de trabalho, que é de convencimento. Acho que tem o problema das eleições no ano que vem. Mas esse é meu estilo, e sempre deu certo. Às vezes, dizem que tenho de mudar meu jeito, mas aí lembro que, do meu jeito, já fui três vezes secretário estadual em São Paulo, duas vezes procurador-geral, três vezes presidente da Câmara, duas vezes líder, 12 anos presidente do PMDB, vice-presidente da República. Para que eu vou mudar? Não quero ser presidente da ONU.
O que o senhor acha da ideia de aumentar o papel do ministro Aloizio Mercadante (Educação) como articulador político?
Mercadante já ajuda bastante. Eu também ajudo, conversamos muito. Mas aumentar o papel dele é uma posição da presidente.
Assinar:
Postagens (Atom)



