sexta-feira, 30 de maio de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
EM 2014 LULA NÃO VAI MAIS TRANSFERIR VOTOS COMO EM 2010!
2. Dilma era como se fosse ele: continuidade garantida. E ainda se deu ao luxo de fazer campanha pessoal contra os candidatos a senador da oposição. Tirou do jogo Artur Virgílio, Heráclito Fortes, Tasso Jereissati, Marco Maciel, Efraim Filho, Cesar Maia, etc.
3. O quadro hoje é muito diferente para ele. No Rio é um imbróglio que ele vai transformar em inserções na TV com o mínimo de presença física. No Rio Grande do Sul a senadora do PP é favorita. Terá que dar tempo integral a seu governador de SP, carregando a impopularidade do prefeito da Capital. Eduardo Campos é candidato da oposição. A economia cresce 2%, nível do crescimento da população. Juros voltaram a subir. Inflação –que em 2010 estava em 4,5%- agora se acomoda em 6,5% para 2014, sangrando os bolsos das pessoas. Juros lá em cima.
4. As ruas não são mais da CUT e do movimento social associado. As manifestações incluíram Dilma e o PT entre seus alvos. Mensalão concluiu com a cúpula próxima a Lula na cadeia. No Nordeste, Eduardo Campos veio para a oposição. Na Bahia, o DEM volta a ter hegemonia. Cabral desintegrou. Lula vai ter que entrar disfarçado para assistir jogos da Copa do Mundo ou ver em casa, o que é mais provável.
5. Com quanto Lula contribuiu para a eleição de Dilma e dos deputados do PT e aliados? 10% do total? Ou mais? Fiquemos com estes 10%. Dilma teve 43%, e viria para 39%. A base aliada perderia uns 30 deputados federais e uns 4 senadores.
6. Dilma teve, no primeiro turno, 47,6 milhões de votos. Os demais candidatos tiveram 53,8 milhões de votos (incluindo os 19,6 milhões de Marina e 33,1 milhões de Serra). Aplicando o redutor de 10%, Dilma deverá ter 43 milhões de votos. Dessa forma, a equação eleitoral de 2014 será o quanto desta perda de Dilma irá para abstenção, brancos e nulos e quanto irá para a oposição.
domingo, 19 de janeiro de 2014
O Brasil ainda está longe de ser um país de classe média.
Dentro da lógica capitalista, novos consumidores são sempre bem vindos. O crescimento da demanda abre a possibilidade de novos negócios, sendo uma das características do empresário bem sucedido a compreensão de demandas emergentes e o fornecimento de novos produtos.
Dessa forma, mercados de bens de alto valor podem surgir, bem como de produtos a preços módicos, produzindo em ambos os casos o desejado aumento dos lucros. Este é comportamento que se espera em uma economia capitalista.
O fenômeno dos rolês, no entanto, mostra que esse saudável mecanismo parece não ter grande vitalidade na economia brasileira. A decisão da associação dos Shoppings Centers em impedir a ocorrência do "passeio de turma de adolescentes" - o real significado da gíria rolê - indica justamente o sentido contrário.
De fato, o mandado de segurança demonstra que o empresário do setor avaliou não valer a penar entender esse jovem consumidor, visando transformar o potencial de ganhos em realidade. Ao entrar na Justiça, deixou claro sua rejeição, contentando-se com isso com o atual conjunto de consumidores.
E, evidentemente, tal recusa de atendimento provoca o repúdio do jovem consumidor, como provocaria em qualquer cliente que fosse maltratado em um estabelecimento. Dificilmente teríamos movimentos violentos se o setor estivesse pronto para ofertar produtos para esse segmento. Não é difícil pensar em shows e produtos mais acessíveis.
Haveria então um despreparo dos empresários do setor?
A resposta também é não. Shoppings Centers se tornaram paraísos de consumo nos últimos trinta anos, verdadeiras promessas de segurança e ascensão social. No JK, por exemplo, temos a realização do consumo de classe alta, buscando a integração ao padrão de consumo de elite europeu e americano. Em Itaquera, por sua vez, temos a satisfação do ingresso na classe média, entendida miopemente como a mera capacidade de adquirir bens.
Além do mais, em uma sociedade que falhou na construção de espaços públicos de convivência - veja a carência de parques, praças, etc. - uma área privada se constitui na grande opção paulistana para o convívio coletivo. Quantos namoros começaram em um shopping em vez de em um passeio público à beira do rio Tietê ou Pinheiros? Dar um "rolê em um shopping center" - a praia do paulistano - é, portanto, convite irresistível, a mescla de "status", ascensão e convívio público.
A recusa de atendimento a um consumidor de baixa renda, que é o jovem dos rolês, significa logo uma tentativa de preservação desta "Meca" da ascensão social, isolada, como se tudo que ocorresse fora não importasse. Contudo, as razões para isto não devem ser resumidas a um conflito entre classes ou o mero resultado de preconceito.
Ao embutir no seu produto o preço do status, o empresário pode ampliar sua margem, aumentando seus lucros. O outro lado da moeda é que isso implica que indivíduos que são desprovidos de status no imaginário social não devem participar do ato de consumir, pois, caso contrário, não há status. Ou seja, o empresário opta por ganhar vendendo um produto mais caro e com status do que lucrar pela quantidade.
Naturalmente, esse fenômeno somente é possível dado um baixo nível de competição da economia brasileira, fruto da desigualdade social e do baixo nível de renda, o que permite sustentar preços elevados a um público que tolera pagar valores mais altos para consumir status.
Isto explica os motivos pelos quais carros no Brasil tendem a ser tão mais caros do que no estrangeiro, inclusive quando comparados aos equivalentes europeus, cuja carga tributária também é alta.
A avidez por status social, permitindo um sobrepreço, é um traço histórico de nossa economia, pois, desde o início da ocupação portuguesa em 1500, sempre houve uma elite com capacidade de consumo similar à verificada nos grupos mais abastados dos países ricos do mundo. A capacidade de consumir, portanto, no Brasil, divide a sociedade de forma mais pronunciada do que a cor da pele e a própria origem étnica.
Nesse contexto, o ato discriminatório dos lojistas contra quem tem menos status na sociedade é esperado e, inclusive, racional.
Em qualquer livro de microeconomia, aprendemos que o produtor em uma economia capitalista busca discriminar seus clientes, conforme a quantidade almejada e sua vontade de pagar por um bem. No entanto, a teoria também ensina que isso reduz a eficiência econômica, visto que, possibilidades de comércio são perdidas. Em outras palavras, a custo do maior lucro do produtor, a sociedade fica mais pobre.
O atendimento ao consumidor do rolêacarreta a alteração da lógica econômica nacional, passando o lucro a decorrer da quantidade elevada vendida e não do preço astronômico praticado ao associar consumo ao status. A resposta da associação dos empresários ao fenômeno do rolê, portanto, se racionaliza pela tentativa de preservação das margens mais elevadas, via manutenção do status do shopping center, de paraíso das compras. Ao negar atendimento a um importante cliente, constata-se claramente que, a despeito do suposto milagre da classe média emergente, o caminho para uma sociedade de massas ainda é longo. A dura verdade é que ainda estamos muito longe de ser um país de classe média.
domingo, 16 de junho de 2013
O filho "Neves" que faz Cabral ameaçar o PT
LUCIANA NUNES LEAL / RIO - O Estado de S.Paulo
Aos 22 anos, o estudante de Direito Marco Antônio Neves Cabral vai todas as tardes ao Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, entre as aulas na PUC, que frequenta de manhã e à noite. Assiste a algumas reuniões, participa de solenidades. Não é contratado, nem em cargo comissionado. É uma espécie de estagiário informal, interessado em gestão pública. O acesso ao poder é garantido por um laço familiar: o rapaz é filho do governador Sérgio Cabral (PMDB) e segue os passos do pai na política.
Marco Antônio é presidente da Juventude do PMDB, mesmo cargo ocupado por Cabral em 1982. Também é vice-presidente do PMDB do Rio. O sangue da política não está apenas do lado paterno. A mãe, Suzana Neves, ex-mulher de Cabral, é prima do senador mineiro Aécio Neves, provável candidato do PSDB ao Planalto. Os avós de Suzana e Aécio eram irmãos: Francisco e Tancredo Neves. Por compromissos partidários, Marco Antônio não foi este ano ao tradicional encontro anual dos Neves, em São João del-Rey, mas tem contato com a família mineira.
Não foi à toa que Cabral lembrou, em recente jantar na casa do vice-presidente Michel Temer, o nome completo do filho. O governador indicava que não teria problemas em se aliar ao tucano, se a aliança entre PMDB e PT no Rio se desfizer. Cabral não aceita palanque duplo para Dilma no Rio e diz que, se o senador Lindbergh Farias (PT) insistir em ser candidato a governador, o PMDB-RJ estará fora da campanha à reeleição da presidente. Cabral quer lançar no Rio seu vice, Luiz Fernando Pezão.
Diplomático, Marco Antônio, que também esteve no jantar em Brasília, prefere falar em manter a aliança. "No Rio de Janeiro tenho certeza que o problema tem solução. Acredito no diálogo. Voto na presidenta Dilma, a Juventude (do PMDB) vota na presidenta. Estamos com ela em nível nacional, 100%."
O estilo é conciliador, mas também contundente ao lembrar que os petistas foram beneficiados pela aliança e, portanto, não teriam do que reclamar. "Se você pegar o PT de 2007 e o de 2013, é outro partido. Tinha no máximo cinco prefeituras, hoje tem 11, incluindo Niterói, onde o governador Sérgio Cabral e Pezão foram fundamentais. Duas secretarias do Estado são ocupadas por deputados estaduais do PT, que fazem um grande trabalho. O PT tem a vice-prefeitura da capital, a aliança foi boa para os dois partidos", diz.
O impasse adia decisões de pai e filho. Se dependesse do presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, Marco Antônio seria candidato a deputado federal em 2014. O plano esbarra na exigência legal de que Cabral deixe o cargo até abril para o filho disputar a eleição. O governador, no entanto, tem dito que só sairá no último dia do mandato.
Cabral estimula a vida partidária do filho, que, além de político, é vascaíno e mangueirense como o pai. Mas faz questão que Marco Antônio termine a faculdade, no fim de 2014.
sábado, 15 de junho de 2013
Secretaria Nacional da Juventude lança Programa em parceria com Estados e Municípios

sexta-feira, 14 de junho de 2013
Prefeitura de Rio das Ostras incentivando o jovem a fiscalizar, reivindicar e se inserir no ambiente político participativo.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Minas Gerais é o estado com maior número de Crianças e Adolescentes no trabalho infantil doméstico.
Corpo de jovem baleada na cabeça é enterrado em Minas Gerais, e família cobra punição de Delegado.
terça-feira, 4 de junho de 2013
UFRJ retira mobiliário do antigo Canecão, na Zona Sul do Rio.
Após uma intensa disputa judicial, a UFRJ conseguiu reaver os direitos sobre o espaçoGoogle Street View
O Excelentíssimo Senhor Vice Presidente da República, Michel Temer, em entrevista ao Jornal O Globo, diz que Pezão será o candidato do partido ao governo.

O jornal O Globo do último sábado (01/06), trouxe uma entrevista com o vice-presidente da República e presidente do PMDB Michel Temer, em que ele fala sobre a antecipação da campanha eleitoral, sobre a relação entre o Governo Federal e o Congresso Nacional e sobre as disputas estaduais do ano que vem. "Eu não cogito a hipótese de palanque duplo no Rio", afirmou Temer.
O senhor acredita que houve antecipação da campanha eleitoral?
Fala-se da convenção como se ela fosse daqui a 15 dias. Lamentavelmente, antecipou-se muito a eleição presidencial, que causou a antecipação das eleições estaduais. Aí, as pessoas começam a pensar só nos acordos locais. O presidente Lula disse que ele só falou sobre isso porque havia muita gente dizendo que ele deveria voltar como candidato. Então, ele não quis deixar dúvida. Ele antecipou, mas foi para acabar com esse falatório. Causou mais falatório, em função da candidatura da presidente Dilma.
Como ficam os palanques para Dilma em 2014 nos estados em que o PT disputa contra o PMDB?
Como a presidente Dilma pode ir para um lugar, como o Rio Grande do Sul, onde poderá ter quatro candidatos da base? É possível que, de repente, a presidente não vá a nenhum palanque. Ela tem uma popularidade hoje que lhe permite esse luxo. Quem vai decidir isso é a campanha, a presidente e as condições de cada localidade.
Acredita que ela vai se dividir em dois palanques no Rio de Janeiro?
Eu, pelo menos, nem cogito essa hipótese. No Rio, eu cogito a hipótese do candidato (Luiz Fernando) Pezão (vice-governador), apesar do grande respeito que tenho pelo senador Lindbergh (Farias, do PT).
O senhor acredita que o governador do Rio, Sérgio Cabral, pode realmente vir a apoiar Aécio Neves (PSDB-MG), caso Lindbergh mantenha sua candidatura?
No jantar (do PMDB, terça-feira passada), Cabral me disse: “Michel, nós precisamos fazer um ajustamento para que nós possamos estar todos juntos. E esse ajustamento passa pela possibilidade de os partidos aliados lá (no Rio) ajudarem a eleição do Pezão”. Mas ainda falta tanto tempo, não sabemos o que vai acontecer. Ainda é cedíssimo para dizer que essas disputas regionais podem repercutir negativamente na aliança nacional.
Há possibilidade de intervenção da Executiva do PMDB nos estados na construção das candidaturas para 2014?
Estou muito preocupado em dizer uma palavra sobre o PMDB: quem quiser ser candidato será. Não há esse impedimento. O que vamos fazer é conversar com os partidos para ver possibilidades de composição. Agora, não se pode, neste momento, antecipar que, na convenção, dentro de um ano e dois meses, não haverá votos para uma candidatura.
A conversa da presidente Dilma com Renan Calheiros e Henrique Alves, na semana que vem, é para acertar os ponteiros nessa crise entre governo e Congresso?
Os presidentes da Câmara e do Senado estiveram aqui comigo, conversamos, e marquei conversa nossa com a presidente Dilma para trocar ideias na semana que vem. Acho útil esse diálogo entre o Legislativo e o Executivo. É claro que há queixas, mas elas são contornáveis por diálogos que temos, e que certamente a presidente também terá. É uma troca de ideias fundamental, que deve ser repetida a cada 15 dias entre os chefes do Legislativo e a presidente da República. Afinal, são todos chefes de poderes.
O problema está na articulação política, como se queixam os líderes aliados?
Ouço muitas queixas, mas a tarefa delas (ministras responsáveis pela articulação) não é fácil. A da ministra Ideli Salvatti, por exemplo, é dificílima, como foi a de todos os articuladores da Secretaria de Relações Institucionais no passado. É complicadíssimo, quase um atendimento individual. A da ministra Gleisi Hoffmann é uma posição sobrecarregada porque todas as questões passam pela Casa Civil. O que é preciso, muitas vezes, é o diálogo. Porque o diálogo constrói e o silêncio destrói.
Como o senhor avalia o telefonema tenso que a ministra Gleisi fez a Renan Calheiros durante a votação da MP da energia elétrica?
Tem que tomar muito cuidado para não deixar que as emoções do momento cheguem às palavras. As palavras não podem retratar as emoções do momento. Em política, você tem que ter muita calma para poder resolver todas as pendências. A excitação de certos momentos leva a certas afirmações e frases que muitas vezes não são digeridas pelo interlocutor, mas eu acho que isso se acerta. Uma semana acerta tudo. Às vezes, em política, de um dia para o outro as coisas se acertam.
O Planalto tem dificuldades para detectar seus problemas de articulação, já que sempre acaba aprovando as medidas?
Vou tomar uma frase sua: o governo aprovou tudo que queria. Isso significa que a articulação política foi boa; senão, seria difícil aprovar. O que é preciso muitas vezes é um certo ajustamento em face da passagem do tempo. Como o tempo vai passando, você precisa fazer uma “reconversa” para ajustar posições, e essas conversas estão começando a se dar e chegarão a um bom termo proximamente.
O governo saiu derrotado da guerra no Congresso por causa das MPs nas últimas semanas?
Pode-se considerar isso (que foi uma derrota política para o governo), mas eu prefiro dizer que a solução para o problema foi uma vitória para o PMDB. Renan agiu corretamente em não votar (a MP da energia), ele não tinha outra solução. Mas a solução vitoriosa foi do PMDB, de incluir na MP 609 os trechos da MP que caducou.
Como o senhor vê as acusações de que representa mais o governo no PMDB do que o contrário?
Muito recentemente, a acusação do governo era que eu era muito PMDB e pouco governo. De dois meses para cá, começou uma onda de que sou mais governo que PMDB. Mas vou lhe dizer: eu sou PMDB no governo. Tenho meu método de trabalho, que é de convencimento. Acho que tem o problema das eleições no ano que vem. Mas esse é meu estilo, e sempre deu certo. Às vezes, dizem que tenho de mudar meu jeito, mas aí lembro que, do meu jeito, já fui três vezes secretário estadual em São Paulo, duas vezes procurador-geral, três vezes presidente da Câmara, duas vezes líder, 12 anos presidente do PMDB, vice-presidente da República. Para que eu vou mudar? Não quero ser presidente da ONU.
O que o senhor acha da ideia de aumentar o papel do ministro Aloizio Mercadante (Educação) como articulador político?
Mercadante já ajuda bastante. Eu também ajudo, conversamos muito. Mas aumentar o papel dele é uma posição da presidente.
Complexo do Alemão terá cinema 3D.

Crianças com óculos 3D na sala do complexo: ocupação acima da médiaMÔNICA IMBUZEIRO/09.1.2011 / O GLOBO
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Palavra do Presidente Nacional do PSDB.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Trabalhador morre com tiro na boca, no bairro do Flamengo.
Jornada Mundial da Juventude traz benefícios para o Rio, a zona sul está sendo a mais prestigiada.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Evento marca campanha contra a violência contra a Criança e Adolescentes.
Acesso ao Corcovado é modificado, Moradores e Turistas são prejudicados por falta de informação do setor público. IV RA - Seria responsável em divulgar as mudanças deixando a localidade mais acessível para o turismo.



segunda-feira, 20 de maio de 2013
Assoreamento prejudica pesca em cidades da Região dos Lagos.

sexta-feira, 17 de maio de 2013
Viaduto da Penha é duplicado desafogando o transito na região.



