(e-mail de Brigadeiro reformado, 11/01) O ministério da justiça e a secretaria nacional de segurança pública resolveram tomar a iniciativa. A Aeronáutica lembrou que é um avião de uma amplitude de 40 metros e vôos de até 10 mil pés e que só podem ser usados em corredores sem nenhum tráfego aéreo, ou seja, em uma situação de guerra. O ministro e seu secretário insistiram, apesar da Aeronáutica reafirmar que colocaria em risco o tráfego aéreo, urbano ou não. Persistiram. E a Aeronáutica informou que se um avião desses sem piloto saísse do solo, um caça da Aeronáutica o abateria imediatamente. Cancelaram a ideia.
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