Hoje fazem 50 anos que o Excelentíssimo Senhor Presidente da República Federativa do Brasil, Jânio da Silva Quadros, teve sua renuncia. Onde sua origem política em 1947, quando foi suplente de vereador em São Paulo pelo Partido Democrata Cristão, porém, foi no ano seguinte em que assumiu a cadeira por determinação do Presidente Eurico Gaspar Dutra, que resolveu casar o mandato de todos os parlamentares do Partido Comunista Brasileiro. E assim foi subindo nos cargos eletivos, sendo deputado estadual mais votado, prefeito de São Paulo, enfrentando um enorme arco de partidos, governador de São Paulo numa disputa apertada, deputado federal pelo Paraná, não assumindo seu pleito, ao invés disso se preparou para sua campanha presidencial com o apoio da União Democrática Nacional (UDN), utilizou em sua campanha a vassoura com simbolo.
Assumiu a Presidência da República em 31 de janeiro de 1961, e teve um curtíssimo mandato renunciando sete meses depois, no dia 25 de agosto de 1961. Sua renuncia se deu motivo por Jânio Quadros assinar uma resolução que anulava as autorizações ilegais outorgadas a favor da empresa HANNA e restituía as jazidas de ferro de Minas Gerais à reserva nacional. Daí, quatro dias depois, os ministros militares pressionaram a Quadros a Renunciar.
Forças terríveis se levantaram contra mim, dizia Jânio em sua renuncia.
No ano seguinte à renuncia Jânio se candidatou a governador de São Paulo, sendo derrotado. Após o desenvolvimento do Regime Militar de 1964, foi um dos três ex-presidentes a ter seus direitos políticos cassados ao lado de João Goulart e Juscelino Kubitschek. Recuperou seus direitos em 1974. Foi derrotado em sua candidatura nas eleições para o governo do estado de São Paulo em !982, pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Em 1985 retornou aos cargos públicos, sendo eleito prefeito de São Paulo, pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Em 1989, sua saúde frágil o impede de concorrer a presidência dando apoio ao Fernando Collor de Melo, que teria um discurso e prática política próximo aos seus.
Veio a falecer em 16 de fevereiro de 1992, vítima de três derrames cerebral.
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